Mensagem do Presidente

Felipe Meier

Presidente honorário do SINDITEC

Sob a égide das maiores indústrias na época sediadas no Rio de Janeiro, como a IBM, RCA Victor, Standard Eletrônica, Ericson, Simens e outras, em 1968 foi fundado o Sindicato da Indústria de Aparelhos Eletrônicos e Similares no Estado da Guanabara, entidade essa que passou posteriormente a ter a denominação atual – Sindicato da Indústria Eletrônica, Telecomunicações, Componentes e Similares do Estado do Rio de Janeiro (SINDITEC).

O fator essencial e motivador de tal criação foi o de aglutinar a área industrial de eletrônica, então dispersa em outros órgãos, em uma única entidade de representação sindical, que tivesse atuação uniforme no trato dos reais e legítimos interesses da classe.

O sindicato, com os seus atuantes associados, compartilhou da grande revolução que o Brasil viveu a partir da década de 60, não só no campo da informática mas, principalmente, na área de telecomunicações, onde passos gigantescos foram dados na modernização e eficiência, pois até então nosso País praticamente não se comunicava.

Através de permanentes contatos com os altos escalões governamentais, o sindicato ofereceu apreciável assessoria ao governo, visando sempre ajudar os trabalhos que se desenvolveram na implantação de novas técnicas. As diversas diretorias eleitas no Sindicato tiveram sempre o apoio do Ministério das Comunicações, cujos ministros titulares sempre prestigiaram a posse das mesmas. A par disso, a estreita ligação com a FIRJAN, que sempre incluiu um dirigente daquele em seus quadros diretivos, serviu de apoio inestimável às legítimas postulações da classe.

Com a recessão iniciada na década de 80, com sérios reflexos na economia do Estado do Rio de Janeiro, a indústria eletrônica local sofreu sérios reveses. Ocorreu quase uma hibernação, onde apenas a sobrevivência das empresas era o objetivo único e imperativo. Muitos sucumbiram ao longo desse período; no entanto, a par do panorama desfavorável, continuou o Sindicato propugnado por dias melhores, hoje felizmente bem mais alvissareiros.

A vocação natural do estado do Rio de Janeiro para área de eletrônica, telecomunicações, informática e, principalmente ,produção de software – é um fato real. As indústrias do setor devem estar cada vez mais preparadas e competitivas, inclusive com pessoal devidamente capaz para enfrentar as mudanças econômicas e a concorrência cada vez maior, além de, claro, conquistar novos espaços. Com atuação intensa e apoio de órgãos competentes é de se esperar que o Rio de Janeiro seja um estado com grandes condições de se tornar um grande polo industrial nacional no setor de TI e Telecom.

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